De onde veio a expressão “mão de vaca” e por que ela faz tanto sentido?

Mão de Vaca

Lembra daquele churrasco no quintal, o som do gelo batendo na caixa térmica e o cheiro de carvão pegando? Sempre tinha um legítimo mão de vaca. Aquele cara que chegava de mão abanando, comia até a alma, mas na hora de “fazer uma vaquinha” pra inteirar o carvão e a carne, dava um jeito de sumir pro banheiro ou dizia que “esqueceu a carteira no carro”.

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Conhece esses 5 peixes raiz? (Gabarito)

Cinco Peixes Raiz

Lembra de quando o domingo era dia de feira e o cheiro de peixe fresco tomava conta da rua? No tempo que a gente não tinha Google pra identificar nada, saber quais eram os peixes raiz era questão de curiosidade pura, folheando uma enciclopédia no meio da sala. A gente olhava desenhos e ficava imaginando como era a vida lá no fundo do mar, longe da piscina de plástico do quintal. Se você participou do nosso desafio abaixo no Facebook, tá aqui a resposta pra você não passar vergonha na frente dos netos.

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Sabedoria de vó: por que panela velha é que faz comida boa?

Panela Velha é que faz comida boa

Panela velha é que faz comida boa? Fecha os olhos e tenta lembrar da cozinha da sua avó. Aquele fogão a lenha com a chapa preta, o rádio de pilha chiando baixinho num canto e o cheiro de feijão com louro que tomava a casa inteira. No meio daquela fumaça, tinha sempre uma panela de ferro ou de barro, toda encarquilhada e preta de fuligem por fora, mas que entregava um sabor que nenhum restaurante chique de hoje consegue copiar.

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Prova Anti-Enzo: Se você é raiz, vai tirar 10 (Gabarito)

Prova Anti-Enzo

Olha pra essa imagem e me diz: subiu um cheiro de borracha queimada ou de poeira de eletrônico aí? Pra quem nasceu depois dos anos 2000, a Prova Anti-Enzo parece hieróglifo egípcio, mas pra gente era o kit de sobrevivência diário. Não tinha tutorial no YouTube, a gente aprendia na marra, no estalo do chinelo ou no grito da mãe.

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Fazer uma vaquinha: entenda de onde surgiu essa expressão

Fazer uma vaquinha

A cena era sempre a mesma: final de tarde, o dinheiro tava curto, mas a sede era grande. Alguém batia a palma e soltava: “Bora fazer uma vaquinha pra comprar a gelada?”. Na hora aparecia nota de um real amassada, moeda de dez centavos que tava esquecida no fundo do bolso e aquele primo que dizia que só tinha nota de cinquenta e “ninguém tinha troco”. Era o som das moedas batendo no balcão de metal do bar que ditava o ritmo do final de semana.

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O que significa pendurar as chuteiras? Conheça a origem da expressão

Pendurar as chuteiras

Sabe aquele cheiro de grama molhada e o cansaço bom depois de um futebol no domingo? Ouvir o pai ou o tio dizer que tava na hora de pendurar as chuteiras batia uma nostalgia, mesmo a gente sendo criança e querendo jogar pra sempre. Hoje a gente usa pra tudo, mas naqueles tempos de rádio de pilha e TV de tubo, a expressão tinha um peso de fim de ciclo, de dever cumprido.

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Por que sua mãe sempre dizia “Filho de peixe, peixinho é”?

Filho de Peixe, peixinho é

Sabe aquele dia que você se pega fazendo exatamente a mesma mania do seu pai, tipo reclamar do preço da carne ou ajeitar o volume da TV do mesmo jeito? Pois é. Nessa hora sempre aparece uma tia ou a vizinha pra soltar aquela máxima imbatível: “Não tem jeito, filho de peixe, peixinho é!”. É uma frase que carrega aquele cheiro de casa de vó, com o barulho do aquário de bombinha chiando na sala e a TV de tubo sintonizada no jornal.

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De onde vem a expressão “amarrar cachorro com linguiça”? E o que ela significa de verdade?

Amarrar cachorro com linguiça

Imagine a cena. Você tá ali ouvindo seu vô reclamar que “hoje em dia nada funciona”, mas que antigamente, ah, antigamente dava pra “amarrar cachorro com linguiça”. É uma frase engraçada, né? A gente cresceu ouvindo isso e imaginando o totó do bairro com uma coleira de toscana. . Mas você sabe o que ela significa e, principalmente, de onde raios alguém tirou essa ideia?

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Bem-vindos ao Portal Geração 35+ Original!

Capa Geração 35+ Original

Se você viveu a infância ou a juventude entre os anos 80 e 90, sabe que o mundo mudou de um jeito que ninguém previu. Hoje, tudo está a um clique de distância, mas houve um tempo em que as coisas tinham outro ritmo. O entretenimento dependia do horário da TV, as amizades eram feitas na calçada e as memórias eram guardadas em álbuns de fotografia que a gente pegava com as mãos.

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